cara, como que pode um jogo ser tão bom e tão desgraçado ao mesmo tempo? MANO, tem fisica top, sistema de penetração top, todas as mecanicas são top, AGORA. tem tanto hacker que acaba com a Perda de Pacote cara que me deixa até tonto de raiva, é tanto bug em inicio de atualização que te faz pensar 30 vezes antes de gastar em premium. Voce compra 90 dias de Premium: 1: 60 dias é jogando normalmente 2: 30 dias voce entrando, jogando uma partida e saindo... porque? porque voce vai entrar no inicio da atualização, jogar uma unica partida no dia só pra ver sua perda de pacote subir pra sei lá que numero (que não precisa ser grande pra voce morrer tentando freiar o tanque pra não cair dentro de um rio de 3 metros de comprimento com 100 kilometros de profundidade) depois de morrer miseravelmente, o ciclo se repete por 30 dias, até finalmente essa empresa de merda decidir fazer alguma coisa, cara eu me odeio por amar esse jogo, eu já gastei mais de 7k ao longo de 6/7 anos, me rendeu bons momentos, mas pra falar a verdade, os momentos ruins são 80% do tempo que joguei Por favor, não jogue
[h1]💥 Battlefield 6 — Análise Sem Dó[/h1] Desde o primeiro dia, Battlefield 6 conseguiu reacender a chama da franquia — mas também escancarou o quanto a série ainda luta contra velhos fantasmas. Aqui vai a minha visão completa, sem puxar saco nem repetir discurso de comunidade: o que realmente funciona, o que continua falhando e onde a DICE precisa apertar os parafusos. [hr][/hr] [h2]🎯 O que o jogo acerta[/h2] [b]• Jogabilidade refinada e responsiva[/b] O “gunplay” é o melhor que a franquia entregou em anos. Cada tiro parece ter peso, e a movimentação tem ritmo, fluidez e feedback que lembram os tempos de ouro do Battlefield 3/4. Em combates intensos, o controle de recuo e a cadência das armas finalmente passam sensação de consistência. [b]• Combate em larga escala com identidade[/b] Os mapas voltaram a ter alma. Há caos, sim, mas é o caos com propósito. As batalhas de 64 jogadores têm ritmo, rotação, pontos de estrangulamento e verticalidade suficientes para dar espaço a todos os estilos — do sniper paciente ao assault que corre no meio da fumaça. [b]• Destruição e som impecáveis[/b] Nada se compara à imersão sonora. As explosões têm peso, o som direcional é preciso, e o eco dos combates muda conforme o ambiente. A destruição volta a ser marca registrada: cada explosivo muda o cenário, e isso afeta diretamente o desenrolar das partidas. [b]• Estabilidade técnica e desempenho[/b] Surpreendentemente estável, mesmo em hardware intermediário. O jogo roda com taxas sólidas, sem quedas drásticas de frame rate, e o motor gráfico finalmente parece otimizado para PC. [b]• Volume e presença de jogadores[/b] Mais de sete milhões de cópias vendidas nos primeiros dias e picos de centenas de milhares de jogadores simultâneos — um sinal claro de que o público voltou a acreditar na franquia. [hr][/hr] [h2]☁️ Onde o jogo ainda falha[/h2] [b]• Sistema de progressão quebrado[/b] Os desafios para liberar armas e equipamentos são, sem exagero, frustrantes. Muitos objetivos são desbalanceados ou bugados — o jogo simplesmente deixa de registrar progresso. Isso destrói o ritmo e a satisfação de desbloquear conteúdo. [b]• Hit reg e bloom inconsistentes[/b] Alguns tiros simplesmente não registram, especialmente em tiroteios de média distância. Esse tipo de falha, por menor que pareça, mina a confiança do jogador em cada duelo. [b]• Problemas no lançamento[/b] A EA App travando acesso ao jogo no dia 1 foi um desastre. Mensagens de “compra necessária” ou “conteúdo ausente” impediram milhares de jogadores de entrar no servidor. Foi corrigido, mas o estrago de imagem ficou. [b]• Mapas irregulares[/b] Alguns mapas brilham, outros frustram. Existem áreas abertas demais, com pouca cobertura e pouca lógica tática — tornando certas partidas um festival de campers e explosões aleatórias. [b]• Campanha esquecível[/b] Cumpre tabela e só. O modo solo existe, mas não emociona nem adiciona profundidade ao universo. Claramente, o foco foi o multiplayer — e a narrativa paga o preço disso. [b]• Portal subaproveitado[/b] A ferramenta é poderosa, mas a interface dificulta descobrir e criar experiências personalizadas. É o tipo de modo que precisa de amor, visibilidade e curadoria. [b]• Comunicação falha com o jogador[/b] A confusão com o [i]Phantom Pack[/i] é exemplo clássico: mudanças no design das skins antes do lançamento e falta de clareza sobre entregas premium irritaram quem investiu mais. [hr][/hr] [h2]⚖️ Comparativo direto com Battlefield 2042[/h2] [b]• Gunplay:[/b] muito mais preciso e satisfatório. [b]• Performance:[/b] estável e otimizada. [b]• Progressão:[/b] pior experiência inicial, devido aos desafios bugados. [b]• Design de mapas:[/b] evolução clara, mas ainda inconsistente. [b]• Conteúdo e identidade:[/b] finalmente, Battlefield voltou a parecer Battlefield. [hr][/hr] [h2]🏁 Meu veredito pessoal[/h2] [b]Battlefield 6[/b] é, sem dúvida, o passo certo para a série — mas ainda é um passo tropeçando em alguns erros de design. O combate é viciante, as batalhas são cinematográficas, e a essência da franquia está viva, mas a experiência sofre com um sistema de progressão quebrado e bugs que não deveriam existir num lançamento dessa magnitude. [b]Nota atual: 8,5 / 10[/b] Com correções de progressão, ajustes em mapas e refinamento técnico, tem tudo para chegar a 9 / 10 facilmente. Mesmo com os tropeços, continua sendo um dos melhores FPS de 2025 — e um dos poucos que ainda entregam a verdadeira sensação de guerra moderna. [hr][/hr] [h3]TL;DR – Resumo rápido[/h3] [b]Prós:[/b] – Gunplay sólido e viciante – Mapas com identidade e escala – Destruição e som de alto nível – Desempenho e estabilidade impressionantes – População ativa e suporte inicial consistente [b]Contras:[/b] – Progressão bugada e grind exagerado – Hit reg e bloom inconsistentes – Mapas com desequilíbrio tático – Campanha fraca – Comunicação confusa sobre conteúdo premium [hr][/hr] [i]Essa análise reflete minha experiência até 21 de outubro de 2025 e será atualizada conforme o jogo receber patches e conteúdo adicional.[/i]